VENCEDOR da melhor foto relativa ao tema “Biodiversidade”
Nome: Laura Pinheiro Número:15 Ano: 8º Turma : D
VENCEDOR da melhor foto relativa ao tema “Biodiversidade”
Nome: Laura Pinheiro Número:15 Ano: 8º Turma : D
Para os cientistas esta ferramenta seria de grande utilidade pois permitiria testar novos fármacos e tratamentos sem necessidade de se recorrer a experiências com animais ou prolongados ensaios clínicos com humanos.
Henry Markram, investigador da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, que está à frente do projecto, acredita que esta tecnologia é uma “verdadeira revolução”. O cérebro “é estudado há mais de 200 anos e o número de artigos científicos sobre o mesmo são 10 milhões, no entanto ainda não temos uma visão geral desse órgão”, explica.
O super computador poderá realizar simulações de uma forma mais rápida. E testar milhares de drogas em vez de apenas uma, o que facilitará o aparecimento de novos tratamentos.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/
Uma nova espécie de lagarto, sem olhos e sem patas e que facilmente poderia ser confundido com uma cobra, foi descoberta no Camboja por Neang Thy, zoólogo do Ministério do Ambiente, e por outros especialistas da Fauna & Flora International (FFI).
O animal foi baptizado de lagarto cego da Montanha Dalai (Dibamus dalaiensis), por ter sido encontrado na região das montanhas Cardamomo. Inicialmente, o investigador pensou tratar-se de uma espécie comum, mas ao aperceber-se de que era uma nova espécie, concluiu que o réptil tinha evoluído para viver debaixo da terra, daí ter “perdido” as patas para conseguir perfurar o solo.
Jenny Daltry, bióloga da FFI, revelou que foi necessário quase um ano para se certificasse de que se tratava realmente de uma nova espécie: “Tiveram que analisar todas as descrições científicas de todas as outras espécies e as espécies em museus”.
De acordo com Jenny Daltry, existem vários outros lagartos sem patas na natureza. Apesar de poderem sem confundidos com cobras, não o são, pois não têm a língua bifurcada. Alem disso, “a maioria das cobras tem apenas um pulmão e os lagartos têm dois”, acrescentou a cientista.
Outra diferença consiste no facto de grande parte dos lagartos conseguir piscar os olhos, algo que as cobras não fazem. No entanto, este não é um ponto distintivo deste lagarto, uma vez que não tem olhos.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/
O primeiro telemóvel de papel está prestes a revolucionar o mundo da computação interactiva.
O protótipo, designado “PaperPhone”, foi descrito como um iPhone flexível. “Dá para fazer tudo o que se faz com um smartphone, como realizar chamadas telefónicas, reproduzir músicas ou armazenar livros digitais.
É composto com uma película fina e flexível, o que o torna mais “portátil” do que qualquer telemóvel, pois pode ser guardado em qualquer sítio, como numa carteira ou dentro de um livro. A flexibilidade do visor faz com que o telemóvel se adapte, por exemplo, ao formato do bolso.
Esta tecnologia também está adaptada para computadores e pode, de acordo com o seu mentor, dar origem aos “escritórios sem papel”, na medida em que “tudo pode ser armazenado digitalmente e os computadores podem ser colocados uns em cima dos outros, como uma pilha de papel”.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/
Titã, maior satélite natural de Saturno, tem sido um importante foco de atenção dos cientistas devido à sua densa e complexa atmosfera e o seu clima.
Os dados recolhidos pela sonda Cassini-Huygens, que há sete anos orbita Saturno, são já suficientes para deduzir a presença de grandes lagos, concentrados especialmente à volta dos pólos.
Um grupo de investigadores do Observatório Real da Bélgica defende que poderão existir debaixo da superfície gelada de Titã lagos e até mares de hidrocarboneto em estado líquido ao observarem a órbita e a rotação de Titã.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/
A pele é o maior órgão humano e tem sido criado com sucesso em laboratório, mas com custos elevados e através de um processo moroso. Agora, cientistas alemães conseguem fabricar o tecido a partir de uma máquina. A proeza foi realizada no Instituto Fraunhofer, em Estugarda (Alemanha), onde são usadas células de pele humana para recriar novos tecidos e o processo é feito por robôs num ambiente esterilizado para evitar a contaminação dos tecidos.
Já era possível fazê-lo, mas o método era manual e lento. Outra das diferenças que demarcam o recente processo é a capacidade de produzir pele a três dimensões. Neste contexto, engenheiros e biólogos do instituto decidiram unir esforços e criar um projecto único a nível mundial: uma fábrica para pele humana.
Segundo a cientista Heike Walles explica na página da instituição, uma das particularidades da tecnologia é precisamente essa capacidade de criar pele a 3D.
Através da tecnologia complexa e do desenvolvimento de diferentes materiais são capazes de produzir várias camadas de pele e de cultivar mais tipos de células num único processo. No futuro, estes avanços científicos poderão reconstruir a órgãos e resolver o problema da rejeição.
Actualmente, a fábrica já produz cinco mil unidades de pele por mês e, por enquanto, a nova técnica é utilizada pela indústria cosmética e farmacêutica, de forma a evitar testes em animais.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/
As erupções vulcânicas são um dos fenómenos mais imprevisíveis da natureza. No entanto, quase todas têm algo em comum: são precedidas por tremores de terra que ocorrem minutos, dias ou semanas antes do vulcão “acordar”.
Embora esta característica continue a ser um enigma para os especialistas que estudam os sinais que estes gigantes da natureza emitem antes de uma erupção explosiva, um grupo de investigadores das universidades de Yale (EUA) e British Columbia (Canadá) obtiveram algumas pistas sobre este fenómeno através de um modelo matemático que explica esses tremores.
Este estudo, publicado na revista “Nature” pode ajudar a prever, no futuro, erupções fortes e a salvar vidas.
Antes do vulcão começar a expelir lava e cinzas na atmosfera, capazes de alcançar longas distâncias, há um leve tremor susceptível de ser detectado e medido pelos vulcanólogos. Trata-se de um dos principais alertas de que a erupção pode estar iminente.
Os investigadores calcularam que os terramotos que ocorrem em quase todos os vulcões mantêm-se numa faixa de frequência baixa, que varia entre 0,5 e dois hertz. Pouco antes e durante a erupção, esta frequência atinge o seu pico mais alto, podendo ascender ao sete hertz.
“Tanto se produzem no Alasca, nas Caraíbas, na Nova Zelândia ou na América Central”, disse. O investigador referiu ainda que “o facto ser tão universal é muito estranho, visto que os vulcões são muito diferentes, tanto em dimensões como em comportamentos. É como se cinco instrumentos de sopro diferentes emitissem a mesma música”.
O modelo matemático formulado sugere que a semelhança entre tremores pode ser explicado por aquilo que denominaram de “magma wagging”. Trata-se da vibração que ocorre quando o magma entra em contacto com o gás circundante. Os factores que controlam essa oscilação quase não variam entre os vulcões, o que explicaria, de acordo com o estudo, a semelhança de tremores em regiões distintas do planeta.
A actividade sísmica está representada a amarelo e a vulcânica a vermelho. As linhas a verde correspondem aos limites entre as placas tectónicas.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/
A planta da lavanda, vulgarmente conhecida por alfazema, poderá estar na base de um novo fármaco antifúngico, conclui uma investigação em curso na Universidade de Coimbra.
“Tem um bom potencial de vir a ser um futuro fármaco com propriedades antifúngicas”, revelou Lígia Salgueiro, professora na Faculdade de Farmácia da UC e coordenadora da investigação.
No âmbito investigação, integrada na tese de doutoramento de Mónica Zuzarte e também em parceria com a Faculdade de Farmácia do Porto, através da especialista Eugénia Pinto, já foram realizados ensaios in vitro e alguns de fitotoxicidade em células de animais.
“Estamos na fase de ver qual a lavandula que tem melhores potencialidades”, referiu Lígia Salgueiro, aludindo às propriedades para tratar “dermatofitoses”, várias micoses da pele, doenças como a “tinha” ou “pé de atleta”.

Fonte: http://www.jn.pt
Um novo estudo norte-americano, publicado no «Chemistry Central Journal», avança que tem uma alta concentração de antioxidantes que previnem o envelhecimento prematuro, e tem mais concentrações do que os sumos de fruta.
Os investigadores do Centro Hospitalar Hershey para a Saúde e Nutrição compararam a capacidade antioxidante do cacau em pó com a de frutas e concluíram que, grama a grama, o primeiro era muito mais rico nesta substância e com um conteúdo de flavonóides muito maior.
Quando mediram a quantidade de antioxidantes, por porção, de chocolate negro, cacau, e mesclas de chocolate quente com a fruta, o chocolate continuava no topo da lista com mais capacidade antioxidante, com alta concentração de flavonóides e polifenóis. No entanto, ressalvam que o chocolate quente, devido à transformação, perde grande parte das suas propriedades.
O estudo, liderado por Debra Miller, mostra que as sementes de cacau oferecem “um valor nutritivo que vai muito mais além da composição macronutriente”.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt